No mesmo dia, marcaram presença no palco case a banda Devanie, Maktub e por fim a Profiterolis apresentou músicas que falam de cotidiano com multiplicidade de arranjos. O evento ainda abriu espaço para uma roda de capoeira e a apresentação do maracatu Axé da Lua, o qual fez cortejo pelas ruas de Peixinhos.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Consciência Negra comemorada com estilo
No mesmo dia, marcaram presença no palco case a banda Devanie, Maktub e por fim a Profiterolis apresentou músicas que falam de cotidiano com multiplicidade de arranjos. O evento ainda abriu espaço para uma roda de capoeira e a apresentação do maracatu Axé da Lua, o qual fez cortejo pelas ruas de Peixinhos.
Sábado teve o Dia da África
O africano apresentou uma mistura de estilo musical, a qual tem a participação do maracatu e do reggae. No palco case estavam Tribo Mazombo com letras que falam sobre História do Brasil, Coco Coletânea, Vulvas em Transe e Ojira.
Multiplicidade de ritmos encerra o Cena
O Domingo do Festival proporcionou ao palco case a apresentação do grupo indígena Feeahia de Águas Belas, o rock da Chão Céu, o batuque do Coco de Male e a mistura de estilos musicais da Circo Vivant. Em seguida, um agitado encontro de batuqueiros deixou todos com mais vontade de conferir o palco interno. Pácua e Via Sat, de Peixinhos, começou o comando da festa, depois, ainda do bairro, Etnia agitou o público e o entregou para a banda Carfax divulgar sua nova formação.
A Alegoria da Caverna, de Fortaleza também apresentou novos integrantes do grupo e mostrou a Pernambuco que “Os Alegóricos Estão Voltando”, seu novo show. O último a subir no palco, Maciel Salú permaneceu firme e forte com a rabeca no peito, musicalidade madura e mostrou que o encerramento do Cena estava em boas mãos.
A Alegoria da Caverna, de Fortaleza também apresentou novos integrantes do grupo e mostrou a Pernambuco que “Os Alegóricos Estão Voltando”, seu novo show. O último a subir no palco, Maciel Salú permaneceu firme e forte com a rabeca no peito, musicalidade madura e mostrou que o encerramento do Cena estava em boas mãos.
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Músicas indígenas marcam presença
O Grupo Cultural Indígena Feea-Hia se apresenta, no domingo (22), e mostra que a união de etnicidades faz parte da convivência do brasileiro. Mesmo sendo um evento dedicado à questão da consciência negra, o Cena Brasil 2009 faz questão de ressaltar o avesso a exclusão de raças. “Os filhos da Terra”, significado do nome do grupo, apresentam danças típicas como o tore e também o samba de coco, fruto da mistura com as tradições africanas.
A tribo é formada por índios ligados à tribo Fulni-ô, de Águas Belas. O espetáculo é cantado em português e yaaté, língua indígena rara ainda hoje preservada. Com experiência em apresentações de diversos projetos, como o Pernambuco em Concerto e Novos Rumos Itaú, o grupo prepara o lançamento do primeiro CD.
A tribo é formada por índios ligados à tribo Fulni-ô, de Águas Belas. O espetáculo é cantado em português e yaaté, língua indígena rara ainda hoje preservada. Com experiência em apresentações de diversos projetos, como o Pernambuco em Concerto e Novos Rumos Itaú, o grupo prepara o lançamento do primeiro CD.
Ojira expõe musicalidade afro
Etno-fusão-musical. Assim os integrantes da Ojira definem o som elaborado pelo fruto de muita pesquisa e influência pessoal de cada um deles. A banda se apresenta no palco do Cena Brasil 2009, no fim da tarde deste sábado (21), com a intenção de unir fragmentos da cultura afro aos mais diversos estilos musicais.
O grupo se define como bastante eclético, mas sempre fiel às matrizes da cultura africana. “As influências do Grupo Ojira vão do Samba ao Reggae, da Bossa Nova ao Yjexá, do Jazz ao Jongo, do Indiano ao Árabe, da Jurema Brasileira ao Candomblé Cubano”, afirma Thiago Nagô, vocalista da banda. Ao som de cordas, baixo, "percuteria", e músicas cantadas em português e yorubá-nagô, a Ojira promete trazer uma musicalidade nova ao evento.
O grupo se define como bastante eclético, mas sempre fiel às matrizes da cultura africana. “As influências do Grupo Ojira vão do Samba ao Reggae, da Bossa Nova ao Yjexá, do Jazz ao Jongo, do Indiano ao Árabe, da Jurema Brasileira ao Candomblé Cubano”, afirma Thiago Nagô, vocalista da banda. Ao som de cordas, baixo, "percuteria", e músicas cantadas em português e yorubá-nagô, a Ojira promete trazer uma musicalidade nova ao evento.




